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Inventar é um ótimo negócio

O que seria de nós sem as grandes invenções? Estamos rodeados delas, mas raramente paramos para pensar que em algum momento essas incríveis ferramentas, que simplificam o nosso dia a dia, foram concebidas. E, mais do que isso, foram aperfeiçoadas, produzidas e comercializadas.What would we do without the great inventions? We are surrounded by them, but we rarely recall that these incredible tools that simplify our daily lives only exist because of a ‘light bulb moment’…and certainly we rarely think about the fact that there were perfected, produced and marketed. Mas nem sempre o dono da ideia é a melhor pessoa para viabilizá-la. Aliás, segundo a Associação Nacional dos Inventores (ANI), os criativos devem mesmo é se dedicar ao que sabem fazer melhor: soltar a imaginação. É por isso que há quase 25 anos, a ANI se dedica a dar suporte a esses profissionais, oferecendo assessoria jurídica e comercial, na busca de parceiros e investidores que tenham interesse em viabilizar as ideias. Um inventor pode vender a sua patente, licenciá-la – que é o caminho mais comum , mas também pode montar uma sociedade com quem quer investir na ideia. As vezes, é preciso um protótipo e um plano de marketing bem elaborados para atrair os parceiros certos e a Associação cuida de tudo isso. Portanto, se você está com dúvida sobre marcas, patentes, direitos autorais, copyrights ou simplesmente teve uma boa ideia e quer tirá-la do papel, vá conhecer a ANI. Certamente, seus questionamentos encontrarão resposta entre os mais de 30 profissionais que hoje trabalham ali. Uma visita à sede, que fica em São Paulo, pode ser uma grande aventura, já que lá está o Museu das Invenções, ou a Inventolândia, e suas centenas de criações nacionais e internacionais. A visita também é válida para os investidores, pois segundo Daniela Mazzei, gerente do museu, boa parte dos inventos expostos ainda está em busca de financiamento. Entre as invenções mais criativas do portfólio da ANI estão um vaso sanitário ecológico, um celular com identificador de batimentos cardíacos, um localizador de assentos em cinema que funciona no escuro e uma persiana que é também luminária e utiliza a energia solar retida durante o dia. Um piano dobrável, um chinelo vassoura e um chuveiro pré-pago ainda aguardam investimento. Se por um lado nem todos os inventores que tentaram negociar seus projetos conseguiram, todos os que conseguiram tentaram. Esse é o estímulo que Carlos Mazzei, presidente da Associação, dá a quem quer arriscar. E parece que a mensagem reverbera. Hoje, já são mais de mil associados. Para conhecer melhor o trabalho da ANI e entender como funciona o mundo das invenções no Brasil, acesse o site, assista ao Programa “Ideias e Invenções” ou faça o download do livro “Inventei! E Agora?”, na HP do site da Associação. Serviço: Museu das Invenções Endereço: Rua Doutor Homem de Mello, 1109, Perdizes, São Paulo. Telefone (11) 3670-3411. Horários: De segunda a sexta-feira, das 10h às 17h. Entrada: R$ 10,00, por pessoa. Site oficial: www.museudasinvencoes.com.br Turns out the one who thinks of the idea is not always the best person to make it a reality. Actually, according to the National Association of Inventors (ANI), creators should dedicate themselves to what they do best: using their imaginations. That’s why the ANI has dedicated itself to supporting these professionals for almost 25 years, providing legal and marketing advice, assisting in finding partners and investors interested in facilitating ideas. An inventor can sell their patent, or license it – which is the most common path – but they can also build a company with those who want to invest in the idea. Sometimes, all that is needed is a well-thought-out prototype and marketing plan to attract the right partners and the Association takes care of all the rest. So if you have questions about trademarks, patents, copyrights or you simply had a good idea and want to take it happen, go meet with the ANI. Certainly, you will find the answers you are looking for, with the help of the more than 30 professionals who work there today. A visit to the headquarters, located in São Paulo, can be a great adventure, since that’s where the Museum of Inventions, or Inventolândia, with hundreds of national and international creations, is located. A visit is also worthwhile for investors, because according to Daniela Mazzei, manager of the museum, many of the inventions on display are still seeking funding. Among the most creative inventions in the ANI portfolio are: an ecological toilet, a mobile phone with a heart rate monitor, a cinema-seat locator that works in the dark and a window shade that also works as a light fixture and uses solar energy retained during the day. A folding piano, a broom slipper and a prepaid shower are still waiting for investment. Not every inventor who tried to make his projects a reality has succeeded, but all those who succeeded tried. This is the encouragement that Carlos Mazzei, the Association’s president, gives to whoever takes this chance. And it seems that the message resonates. Today there are over ANI 1,000 members. To learn more about ANI’s work and to understand how the world of Brazilian inventions operates, visit the website, watch the Program “Ideais e Invenções” or download the book “Inventei! E Agora?”, available on the Association website. Service: Museum of Inventions Address: Rua Doutor Homem de Mello, 1109, Perdizes, São Paulo. Tel.: (11) 3670-3411. Opening times: Monday to Friday, from 10 am to 5 pm. Ticket: R$ 10,00, per person. Official website: www.museudasinvencoes.com.br