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Jul

Mobilidade compartilhada reduziria em 55% o trânsito nas áreas metropolitanas, diz estudo


Por Co_labore

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A implementação em escala de serviços de mobilidade compartilhada traria uma redução de trânsito e emissões de CO2, segundo estudo da International Transport Forum (ITF) da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico ou Econômico (OCDE).

Nas áreas metropolitanas, o número de quilômetros de trânsito nas horas de pico, por exemplo, seria reduzido em 55% em áreas metropolitanas, em comparação a dados de 2011. As emissões de CO2 seriam reduzidas em 62%, de acordo com o relatório “Transition to Shared Mobility – How large cities can deliver inclusive transport services”.

A análise do ITF concluiu que serviços de mobilidade compartilhada como de táxis compartilhados serviriam para potencializar as redes de transporte públicas já existentes como as do metrô ou de trem. Além disso, permitiria que o tráfego das pessoas até o trabalho ou até estabelecimentos públicos ficasse mais fácil e equitativo.

A necessidade de vagas para estacionar seria reduzida em 95% neste cenário, segundo o relatório. Os 5% remanescentes seriam usadas eventualmente para os serviços de táxis compartilhados – enquanto os 95% das vagas poderiam ser convertidas para outros usos públicos.

Ter um carro pode ser prático, mas tem um custo alto, além do forte impacto no meio ambiente e, consequentemente, em nós mesmos. Os serviços de mobilidade compartilhada valorizam o compartilhamento de produtos, mais que o uso individual, expande ao máximo a capacidade de uso de um produto e atende às necessidades de mais pessoas. Valoriza o uso do produto e não a sua posse. O consumidor consciente reflete sobre a real necessidade de comprar um veículo e pode passar a fazer essa escolha somente nos momentos necessários ou em outra fase da vida.

Como foi feito o estudo da ITF

Foram tomados como referência para o estudo da ITF dois relatórios:

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