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3
Ago

Consumo: Os dois lados do compartilhar


Por Co_labore

quinta 03 2

Presidente da Associação Brasileira de Educadores Financeiros (Abefin), Reinaldo Domingos diz que o caminho do compartilhamento de espaços e consequente corte de custos, como propõe o home office , é “sem volta”. De acordo com ele, a realocação de espaços tende a criar condições melhores para que o dinheiro seja melhor empregado, principalmente na atividade-fim. E para empresas de pequeno porte “que têm dificuldade de acessar o mercado”, corrobora o economista Alex Araújo.

Com o crescimento de uso da Internet e da tecnologia, acrescenta, as pessoas têm mais facilidade para trabalhar de casa. “Tudo isso vai minando custos fixos das organizações e as empresas têm rentabilidade”.

Quando várias empresas se juntam para diminuir custos com distribuição, aponta Domingos, há uma “redução (de custos também) pra ponta final”.

Entre as desvantagens para quem partilha um mesmo ambiente, diz, estão a concorrência maior no uso dessas áreas, menor privacidade e mais rigidez no cumprimento de agendas.

Segundo Alex, o Ceará se destaca em experiências de compartilhamento no Brasil. Provavelmente, por ter cenário mais “hostil, com economia e renda per capita menor”. Cita o exemplo de empresas da construção civil que se juntam para comprar grandes volumes de insumos.

Apesar disso, avalia que ainda há “espaço no Estado muito grande pra avançar e trabalhar nesse sentido”. Inclusive, quando se fala do consumidor final, que poderia experimentar, racionalizar mais o consumo. Afinal, “isso melhora a eficiência da economia como um todo”.

 

Vantagens do compartilhamento

 

1 O empreendedor que compartilha um mesmo ambiente, logo de início, se beneficia com a divisão de praticamente todos os custos;

2 O ambiente compartilhado ainda rende praticidade, já que é possível fazer uso direto de uma infraestrutura pronta, com água, luz, Internet, telefone, etc. Se o negócio crescer, é só pagar por um espaço maior;

3 Ao se juntar com outros compradores e fechar compras em volumes maiores, empresas e consumidores finais passam a ter maior poder de barganha em suas negociações;

4 Juntos, expositores, consumidores ou membros de uma operação têm tudo para crescer, seja pela troca de conhecimento ou mesmo de experiências;

5 Dentro de um escritório compartilhado ou de uma loja colaborativa, ainda é possível formar uma rede importante de contatos. O que não seria possível no home office;

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