Good Contents Are Everywhere, But Here, We Deliver The Best of The Best.Please Hold on!
blog

O que antes era possível apenas em filmes de ficção científica, como robôs que desenvolvem tarefas, já está presente em companhias, centros médicos e indústrias no mundo todo por meio da Inteligência Artificial. Segundo dados da Tractica, que atua com  análise de mercado, o setor de produtos e serviços de IA atingirá US$ 36 bilhões em 2025. “O uso da IA é a chance de o Brasil ser empreendedor e inovador, aproximando-se de países mais avançados”, diz o consultor Cezar Taurion, sócio e head de transformação digital da Kick Ventures.

Mesmo com perspectivas altas de investimento e possibilidade de ganhos para as empresas e para a economia, a tecnologia ainda gera dúvidas. Pensando nisso, o editorial da DXC Technology apurou cinco mitos e verdades sobre IA:


1. Inteligência Artificial funciona como o cérebro humano

Mito. Hoje, quando se trata de IA, os equipamentos realizam apenas tarefas específicas e relacionadas ao contexto em que se encontram. Por exemplo: um sistema de Inteligência Artificial programado para dirigir um veículo autônomo, não será bom em jogar xadrez ou fazer uma prova de história. “Um sistema que seja abrangente como o cérebro humano ainda está muito distante da realidade”, ressalta Taurion.


2. Inteligência Artificial impacta a competitividade

Verdade. Para as empresas, o uso da IA não representa um passo futurista, mas sim uma adaptação de uma realidade que pode ser decisiva para não perder espaço no mercado. De acordo com Taurion, trata-se de uma das tecnologias mais poderosas atualmente, pois a medida que evolui pode gerar mudanças significativas nos modelos de negócios, nos empregos e na forma como algumas atividades são desempenhadas.


3. Inteligência Artificial mudará o mundo em poucos anos

Mito. Segundo a consultoria americana  McKinsey, apesar de 60% das funções terem potencial de terem, pelo menos, 30% de suas atividades automatizadas, hoje apenas 5% das atividades podem ser inteiramente substituídas por tecnologia. “Nas indústrias, por exemplo, haverá a ampla substituição de trabalhos humanos, mas não agora. A tecnologia deve gerar grandes mudanças apenas daqui 20 ou 25 anos”, diz Taurion.


4. Inteligência artificial pode ser usada em várias áreas

Verdade. O uso da IA passa por todos os setores. Nas instituições bancárias, por exemplo, pode auxiliar na extração e estudo de imagens em ATMs (caixas eletrônicos), detectando atitudes suspeitas; no setor de seguros, analisar fotos de veículos acidentados, identificando as partes do carro que foram afetadas e o grau de dano; e, na área militar, pode ser embutida em drones armados e chegar a tomar decisões sobre efetuar (ou não) ataques.

Para continuar lendo acesse: http://dxc.itforum365.com.br/tendencias/inteligencia-artificial-pode-ser-usada-qualquer-area-mitos-verdades

0

blog

Em parceria com a Secretaria Municipal de Inovação e Tecnologia de São Paulo, o Consulado de Israel em São Paulo lança a Start Jerusalem Brasil 2017,competição de startups que levará um empreendedor brasileiro a Israel para participar de uma semana de seminários e encontros no incomparável ecossistema de startups do país.

Organizada pelo Ministério das Relações Exteriores de Israel, pelo Ministério das Relações de Jerusalém e pela Autoridade de Desenvolvimento de Jerusalém, a Start Jerusalem promove uma competição global de startups em 30 países, premiando os vencedores com uma experiência intensa de cinco dias no incomparável ecossistema de startups de Israel, durante um seminário especial.

Na Start Jerusalem Brasil 2017, empreendedores de todo o Brasil podem concorrer à oportunidade de estar entre os maiores empreendedores do mundo. O vencedor viajará para Jerusalém, em Israel, entre 5 e 11 de novembro de 2017, com tudo pago pelo Ministério das Relações Exteriores de Israel.

Para se inscrever, o participante deve preencher o formulário no site e enviar para o e-mail startjerusalembrasil@gmail.com com um vídeo em inglês de até dois minutos que contenha a ideia de sua startup. As inscrições vão até o dia 10 de setembro de 2017.

Para continuar lendo acesse: https://startupi.com.br/2017/08/competicao-de-startups-levara-empreendedor-brasileiro-israel/

0

Sem categoria

Imagine uma estrada que percorresse os mais de 7,4 mil quilômetros do litoral brasileiro. Se todo o lixo urbano descartado em um único dia no país fosse espalhado por uma pista nessa extensão, se teria um “tapete de resíduos” com altura de 3,5 centímetros. Em apenas um mês, haveria um muro de lixo com pouco mais de um metro de altura. E, ao acumular todos os resíduos por um ano, somando 79,9 milhões de toneladas*, o acesso às nossas praias seria bloqueado por uma enorme muralha mal cheirosa da largura de uma pista (3,6 metros), com quase 13 metros de altura!

Essas imagens impressionam especialmente porque o ato de descartar um resíduo é quase automático, acontece no nosso cotidiano sem que nos demos conta. Diariamente, repetimos várias vezes o gesto de “jogar o fora lixo”. Em casa, no trabalho, na rua, desprezamos restos de alimentos, embalagens, equipamentos quebrados, entre outros resíduos que não queremos ter por perto, dos quais queremos nos livrar.

Mas, o fato é que, quando nos “livramos” desse lixo, ele não deixa de existir. Ele terá que ser recolhido, destinado, tratado e, se for possível, ao menos parte dele, reciclado. Agora, imagine o que é fazer isso com aquela muralha de 13 metros de altura ao longo do litoral brasileiro. E quem paga essa conta? Quem paga são os cidadãos, isto é, todos nós, visto que o custo será repassado à população na forma de impostos, parte dos quais  serão usados (ou pelo menos deveriam ser usados) para pagar os serviços de limpeza pública urbana.

Nossa sociedade consome e gera mais resíduos a cada dia: mesmo com a crise econômica no país, houve um crescimento de 1,7% no volume de resíduos entre 2014 e 2015, um percentual maior do que o 0,8% de crescimento da população brasileira no mesmo período.

Como cada brasileiro produz mais de 1 quilo de lixo/resíduos por dia – segundo dado da Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais (Abrelpe)* – ao se considerar uma família de quatro pessoas, que mantenha essa produção diária ao longo da vida de todos os membros da família, somente essa família ocuparia quatro apartamentos de 50 m2 lotados até o teto somente com os seus resíduos. Segundo essa mesma lógica, cinco famílias precisariam de um prédio de dez andares somente para “guardar” os seus resíduos.

Por isso, mais do que saber separar e destinar corretamente os resíduos, é preciso se preocupar em reduzir o volume do que chamamos de “lixo”. Reciclar é importante, pois reaproveita as matérias primas, economizando energia e água no processo, mas não basta. É essencial lembrar da importância de reduzir o volume de resíduos descartados. Uma maneira de expressar essa orientação é que “o melhor resíduo é aquele que não é gerado”.

Assim, diminuir a quantidade de resíduos que produzimos é essencial e começa antes mesmo da hora da compra. Veja a seguir as nossas dicas práticas para conseguir fazer essa redução:

– Mais da metade dos resíduos domiciliares no Brasil (51,4%, segundo a Abrelpe) são de material orgânico, composto basicamente de alimentos desprezados. Para evitar esse desperdício de alimentos, o primeiro passo é planejar o cardápio semanal: antes de ir ao mercado ou à feira, verifique o armário e a geladeira e faça uma lista de compras com base do que é realmente necessário para cumprir o planejado no cardápio.

– Inclua sementes, cascas, talos e folhas nas receitas. São partes dos alimentos que costumam ser desprezadas, mas que contém grande quantidade de nutrientes, por vezes mais do que a parte do alimento que é usada. Dá para fazer bolos, pudins, sucos, pães, molhos e geleias com o uso integral dos alimentos.

– Faça a compostagem de resíduos orgânicos (resto de alimentos e folhas, por exemplol) permite transformar esse material, que iria se acumular nos aterros, em adubo, útil para jardinagem e agricultura.

– Preste atenção à embalagem do produto: algumas delas atendem à necessidade de conservação do produto e trazem informações importantes, mas em muitos casos são excessivas. Já pensou em comprar alguns produtos a granel e armazená-los em recipientes reutilizáveis ou em potes em casa?

– Ao passar pelo caixa para pagamento, pense se você realmente precisa aceitar uma sacola ou uma embalagem a mais. Muitas vezes, elas são entregues automaticamente aos consumidores sem necessidade e são usadas somente uma vez!

– Dê preferência a produtos duráveis e evite os descartáveis: quanto mais tempo um objeto puder ser aproveitado, melhor, pois mais tempo levará para ser descartado, reduzindo desta forma os resíduos gerados.

Para continuar lendo acesse: https://www.akatu.org.br/noticia/reciclarereduzir/

0

Sem categoria

O impacto social pode acontecer de inúmeras maneiras e em inúmeros setores – das ONGs e negócios sociais às grandes empresas, passando por bancos, governo, escolas. Por isso, quando se está aprendendo sobre o assunto, é importante ter uma perspectiva ampla sobre o que já acontece no planeta.

Abaixo, o Na Prática listou vinte livros, em português e em inglês, que cobrem uma série de campos e conhecimentos importantes para quem quer ter uma atuação profissional com impacto social. Do médico que quer catalogar o jeito que as pessoas vivem e morrem pelo mundo para ajudar a saúde global ao preço da pobreza em termos de raciocínio lógico, passando por teorias econômicas e histórias de vida inspiradoras, há um pouco de tudo.

Livros em português

Como Mudar O Mundo, por John-Paul Flintoff

Parte da coleção The School of Life, este livro aborda perspectivas históricas, políticas e culturais para defender a importância da coragem para superar a inércia e a indiferença e mudar realidades – algo que já foi demonstrado, diversas vezes, ao longo da história da humanidade.

14 brasileiros que estão colocando o Brasil no mapa do empreendedorismo social, por NaPrática.org

Capa do ebook 14 brasileiros que estão colocando o país no mapa do empreendedorismo social

Em busca de propósito e impacto, o ebook reúne as histórias de empreendedores que criaram apps, cursos de idiomas e operadoras de turismo, entre outros projetos, e estão reinventando a forma de fazer negócios no Brasil – e, no caminho, mudam a vida de milhares de brasileiros.

Criando Um Negócio Social, por Muhammad Yunus

Outro livro de Yunus, vencedor do Prêmio Nobel da Paz, este se dedica à proposta dos negócios sociais, que deixaram o campo da teoria para se espalhar pelo mundo e transformar vidas. A obra traz conselhos para futuros empreendedores e explica quais são as melhores práticas por parte políticas públicas e setores privados para abrir espaço e deixar negócios do tipo florescerem.

Cultura de Excelência, por David Cohen

Vinte e cinco anos após sua criação, a Fundação Estudar contabiliza seu impacto através dos mais de 600 ex-bolsistas, 25 mil jovens que participaram de seus cursos (Autoconhecimento Na Prática, Carreira Na Prática e Liderança Na Prática) e 15 milhões de leitores de seus portais, EstudarFora.org e NaPrática.org.

Este livro, que ilustra o impacto da organização através de histórias inspiradoras, traça a trajetória da Fundação Estudar e mostra os valores, métodos e princípios que compõe uma cultura de excelência que busca transformar o Brasil.

A Economia Da Desigualdade, por Thomas Piketty

Vencedor do Prêmio Nobel de Economia, o francês Thomas Piketty estuda distribuição de renda e desigualdade econômica pelo mundo. Neste livro, ele apresenta seus achados e insights para políticas públicas e iniciativas privadas que queiram combater os mecanismos econômicos que sustentam uma lacuna crescente.

De Dentro Para Fora: Como uma geração de ativistas está injetando propósito nos negócios e reinventando o capitalismo, por Alexandre Teixeira

Ao trazer histórias de dentro e fora do Brasil – como John Mackey, da Whole Foods, e Antonio Ermirio de Moraes Neto, cofundador do fundo Vox Capital –, Alexandre Teixeira defende o movimento de transformação do empreendedorismo.

Não se trata mais do lucro pelo lucro, mas de organizações que dão peso para outros aspectos do dia a dia capitalista, como empresas que fazem parte do Sistema B e incluem impacto socioambiental positivo entre suas metas ou unem lucro e distribuição de riqueza.

Desenvolvimento Como Liberdade, por Amartya Sen

Vencedor do Prêmio Nobel de Economia, Amartya Sen constrói, com base em dados de diversos países, uma visão alternativa sobre a importância do desenvolvimento, convicto em relação à importância da promoção do bem-estar e do valor da vida humana na equação. Pobreza, fome e marginalização social, escreve, são privações de liberdade. O desenvolvido econômico é, portanto, uma questão de expansão das liberdades humanas.

Empreendedores Sociais: O Exemplo Incomum Das Pessoas Que Estão Transformando O Mundo, de John Elkington e Pamela Hartigan

Este livro mostra como empreendedores sociais pouco convencionais contribuem para a melhoria da gestão moderna e agregam valor ao seus negócios ao resolver alguns dos problemas sociais, econômicos e de meio-ambiente mais urgentes do mundo.

Eu Sou Malala, por Malala Yousafzai e Christina Lamb

Vencedora do Prêmio Nobel da Paz, Malala é uma figura conhecida mundo afora. Vítima de um atentado por lutar pelo acesso à educação para mulheres, ela descreve sua trajetória e o contexto em que cresceu, seus valores e seus planos para o futuro nesta autobiografia que se tornou um bestseller.

Muito Além da Economia Verde, por Ricard Abramovay

Já teve dúvidas sobre como o desenvolvimento sustentável poderia acontecer na prática no mundo atual? Esse é o ponto de partida do livro de Ricardo Abramovay, que aponta o caminho para uma nova economia em que cooperação social e esforço para proteger e regenerar serviços naturais tornam-se decisivos para fazer um novo modelo funcionar.

O Homem Que Queria Salvar O Mundo, por Samantha Power

Antes de servir como embaixadora dos Estados Unidos para as Nações Unidas, Samantha Power trabalhou como jornalista. Entre suas obras está essa biografia do brasileiro Sergio Vieira de Mello, um dos maiores e mais famosos diplomatas de sua geração, que defendia o poder das ideias e do diálogo na busca pela paz. Vieira de Mello trabalhou em países como Ruanda, Timor Leste, Bósnia e Iraque, onde foi chefe da missão da ONU e faleceu vítima de um atentado suicida, em 2003.

Os Anjos Bons Da Nossa Natureza: Por que a violência diminuiu, por Steven Pinker

Um dos favoritos de Bill Gates – ele diz que é o mais inspirador que já leu na vida –, este livro defende, com base em dados e estudos, que a humanidade nunca foi tão pacífica. A princípio, é contraintuitivo: com tantas coisas ruins acontecendo diariamente, como poderia ser?

O autor reconhece que não é fácil e que há picos, como as duas guerras mundiais ou conflitos internos violentos, que tiram a humanidade de sua trajetória crescentemente pacífica. Seu ponto principal, no entanto, é que ao longo de toda a história humana, os “anjos bons” nunca estiveram tão presentes.

Um Mundo Sem Pobreza: A Empresa Social e o Futuro do Capitalismo, por Muhammad Yunus

Vencedor do Prêmio Nobel da Paz, neste livro Yunus descreve sua trajetória e o lançamento dos primeiros negócios sociais, entrando em detalhes sobre suas parcerias pioneiras com grandes empresas e oferece sugestões de atuação para quem também sonha com um mundo sem pobreza.

Viva Favela, por Joaquim Melo

Neste livro, o autor explica como criou uma moeda própria para o bairro popular Conjunto Palmeiras, em Fortaleza, que reativou a economia local. Batizado de Banco Palmas, o instituto deu origem uma onde de bancos comunitários que hoje oferecem microcrédito e outros serviços financeiros aos brasileiros que mais precisam.

Para ler a matéria completa acesse: https://www.napratica.org.br/20-livros-para-quem-quer-trabalhar-com-impacto-social/?utm_expid=.jKaMO9SNTv2Ub6–4_LvAg.0&utm_referrer=https%3A%2F%2Fwww.google.com.br%2F

0

blog

Vivemos em um cenário de competitividade acirrada, no qual existem muitos obstáculos para se inserir no mercado de trabalho, fato que tem contribuído para o sucesso da cultura de colaboração. E neste contexto, a criatividade humana dá vida ao sistema de Coworking, termo que talvez ainda não seja do conhecimento de todos.

Pensando nisso, elaboramos um post para que você possa se inteirar dessa nova realidade e entender a sua aplicabilidade. Acompanhe!

Afinal, o que é Coworking?

O modelo de Coworking surgiu nos Estados Unidos, no ano de 2005, representando uma forma de economia colaborativa. A ideia baseia-se na criação de ambientes de trabalho democráticos, capazes de atender as necessidades de diversos profissionais.

Neles, as pessoas dividem o mesmo espaço para realizar suas tarefas, independentemente delas serem parecidas ou não.

No mercado brasileiro, este conceito foi introduzido em 2008 e desde então tem conquistado muitos adeptos. Cada vez mais o sentido de compartilhar vem ganhando força, especialmente nos momentos de crise financeira.

Funciona da seguinte maneira: o proprietário fornece todos os recursos indispensáveis ao bom desenvolvimento de uma atividade, e calcula as despesas de manutenção do espaço por horas.

A partir daí, pode ser oferecido planos diários, semanais, mensais, conforme o interesse do público-alvo.

A título de exemplo, se o valor da hora é R$ 10 (dez reais) e você precisa de 4 horas diárias, durantes os 5 dias da semana, ao final do mês somaria um investimento de R$ 600 (seiscentos reais). Por outro lado, a empresa escolhida oferece um plano mensal de R$ 399 (trezentos e noventa e nove reais), com direito a 6 horas diárias. Logo, antes de contratar o serviço avalie a proposta mais vantajosa.

Quais os seus benefícios?

O primeiro ponto relevante em relação ao Coworking é que ele promove toda infraestrutura necessária para desenvolver uma atividade a custos reduzidos.

O método traduz a chance de trabalhar em um ambiente estrategicamente montado, contribuindo especialmente com os empreendedores ou profissionais liberais em início de carreira, e que não têm condições ou interesse de, sozinhos, bancar um escritório.

Outra vantagem significativa consiste no aumento do networking. É a oportunidade de encontrar e conviver não somente com trabalhadores da sua área, esses locais geralmente são ricos na diversidade, podendo tal fator lhe render ótimas parcerias.

Que recursos são característicos dos ambientes de Coworking?

1. Estrutura física bem montada

Quando procuramos por um escritório compartilhado, o primeiro critério a ser observado é se o espaço físico corresponde às nossas expectativas. Qualquer profissional sente motivação ao trabalhar em um ambiente bonito, agradável, confortável, e o resultado de tudo isso é o aumento da produtividade.

Portanto, antes de fazer a sua escolha, certifique-se a respeito da existência de funcionários responsáveis pela manutenção e limpeza. Já imaginou ter que atender algum cliente em uma sala desorganizada ou suja? Pois bem, lembre-se de que a organização do local interfere na sua imagem de prestador de serviços.

Também é importante verificar se a área é suficiente para que várias pessoas a utilizem, sem comprometer os afazeres uns dos outros. Ou seja, se há um número considerável de estações individualizadas, se a recepção é satisfatória para seu público.

Ainda neste contexto, o conforto é uma característica fundamental, afinal, você passará boas horas do seu dia neste local. Então mobília nova e aconchegante, ar-condicionado, banheiros, são itens básicos para fazê-lo sair de casa ou deixar o escritório próprio e apostar no Coworking.

2. Ferramentas tecnológicas

Uma ideia inovadora como os escritórios compartilhados requer ferramentas tecnológicas a altura para garantir o seu pleno funcionamento. Por esse motivo, sempre que você visitar um Coworking, repare:

2.1 O sistema de telefonia

O lugar via de regra recebe um fluxo intenso de pessoas, muita gente querendo marcar horário, chegando para trabalhar ou ser atendido, o que exige um sistema de telefonia mais complexo.

Assim, contar equipamentos de PABX modernos, capazes de receber várias ligações ao mesmo tempo, bem como funcionários eficientes é imprescindível ao bom desenvolvimento do seu ofício.

2.2 O serviço de impressão

Talvez você não utilize tanto máquinas de impressão no dia a dia, mas nada pior do que estar com pressa para imprimir um arquivo e ela travar, enganchar o papel ou acabar a tinta.

Nos modelos de Coworking, o simples fato de ter uma impressora não é satisfatório, ela deve ser adequada ao uso profissional e dar conta do recado quando mais de uma pessoa mandar imprimir documentos.

Então, fique de olho nos detalhes – é possível acessá-la de qualquer sala? Como são contabilizados os custos? Quem é o responsável pela manutenção?

2.3 O serviço de internet

A tendência das redes em geral é perder velocidade quando acessadas por várias pessoas ao mesmo tempo. Dessa forma, algumas características merecem ser observadas antes de fechar negócio no escritório comunitário.

A existência de uma banda larga alternativa, em caso da principal deixar de funcionar, precisar de reparos, por exemplo, é um fator positivo.

Ter controle sobre os acessos também ajuda a manter a qualidade do serviço, a medida em que evita o seu uso para fins que não sejam de trabalho.

Imagine que desagradável a internet ficar lenta porque um colega resolveu aproveitar sua rapidez e baixar um filme; complicaria a vida dos outros coworkers, não é mesmo?

3. Sala de reuniões

Além de sala individual, em algum momento você certamente precisará de se reunir com duas ou mais pessoas, apresentar campanhas ou projetos, e isso requer um cantinho especial: o local das reuniões.

Trata-se de um espaço que ajuda a transmitir credibilidade aos clientes, consequentemente, jamais pode ser negligenciado.

Deste modo, vale apostar no conforto do ar-condicionado e dos assentos, nos equipamentos multimídia, até mesmo no tradicional cafezinho.

4. Área de convivência

Pausas para descansar, fazer refeições, trocar ideias com os companheiros é essencial a todas as rotinas de trabalho, inclusive nos escritórios compartilhados. Nessas oportunidades, há uma troca rica de experiências, descontração, e tudo contribui na obtenção de melhores resultados.

As opções do mercado são variadas, alguns Coworkings mantém uma linha formal, outros apresentam peculiaridades de diversão como jogos. Mas independente de qual seja o perfil, o importante é não abrir mão de um ambiente como este.

Para continuar lendo acesse: https://saiadolugar.com.br/coworking/

0

blog
Em 2050, cada ser humano será o centro de um mundo assistido pela inteligência artificial (IA). Os assistentes digitais regularão desde o conteúdo da geladeira até a temperatura da sala. A televisão difundirá imagens do seu programa favorito assim que você entrar no quarto. O automóvel não terá motorista, e seu barman provavelmente será um androide.

Quem faz previsões como essas é Antoine Blondeau, que contribuiu para a tecnologia que levou ao desenvolvimento da Siri, a assistente de voz da Apple, e cofundador da Sentient Technologies, plataforma especializada em IA.

– Dentro de 30 anos, o mundo será muito diferente – diz o francês de 48 anos, que vive entre a Califórnia e Hong Kong. – Tudo estará desenhado para satisfazer suas necessidades pessoais.



O trabalho como o conhecemos ficará obsoleto, segundo Blondeau. Os avanços sensoriais e visuais na robótica terão permitido a criação de fábricas inteligentes capazes de tomar decisões em tempo real. Não haverá operários, só supervisores. As profissões jurídicas, o jornalismo, a contabilidade e o comércio varejista serão racionalizados: a IA se encarregará da parte ingrata do trabalho.

O setor de saúde também se transformará. Os pacientes vão dispor de todo seu histórico clínico, e a IA será capaz de emitir diagnósticos.

– A consulta com o médico será mais pela tranquilidade de poder falar com um ser humano ou porque o humano é quem estará habilitado a prescrever medicamentos. Mas não será necessário um médico para indicar o que está errado na sua saúde – afirma Blondeau.

Há empresas pioneiras: a assistente virtual Alexa, da Amazon, e o Google Home são mordomos digitais que podem pedir uma pizza ou comandar eletrodomésticos. A Samsung está desenvolvendo geladeiras inteligentes capazes de encomendar as compras. Jornalistas-robôs (algoritmos programados para transformar dados em textos) já redigem artigos simples nos âmbitos econômico e esportivo.

Junto com a Instituto de Tecnologia de Massachusetts, a Sentient desenvolveu uma “enfermeira IA”, capaz de avaliar os exames relativos à pressão arterial de milhares de pacientes e identificar, em 90% dos casos, as pessoas que estão desenvolvendo uma sepse (afecção potencialmente mortal) 30 minutos antes do aparecimento dos primeiros sintomas.

– É uma janela crucial que oferece aos médicos um prazo adicional capaz de salvar vidas – aponta Blondeau.

A perspectiva de um desemprego em massa provocado por uma generalização da IA parece aterrorizante, mas Antoine Blondeau é pragmático: é necessário encarar a educação e a carreira de outra forma.

– As pessoas deverão se renovar e adquirir novas competências para acompanhar a evolução tecnológica.
0

blog

Se antes a terceira idade se resumia a ficar em casa, levando uma vida tranquila e sem muitas emoções, hoje, aqueles que já atingiram a maturidade são vistos com outros olhos. É grande o número de pessoas que, após a aposentadoria, decidiram empreender, seja para ter uma renda melhor ou mesmo como uma forma de buscar a realização pessoal.

Então, posso dizer que a resposta para o questionamento inicial é: Sim! Inclusive, quem está na terceira idade possui características importantes para o empreendedorismo e que podem oferecer vantagens interessantes para os negócios. Se você está nessa fase da vida, ou conhece alguém que está, e pensa em abrir uma empresa, continue acompanhando e saiba mais.

As Vantagens de Empreender na Terceira Idade

Para empreender é preciso ter algumas características que podem ser inatas ou adquiridas. A sigla CHA resume essas características, que são: Conhecimento, Habilidades e Atitudes. Levando-as em conta, as faixas etárias mais indicadas para começar um negócio são: na juventude, entre 18 e 24 anos de idade, e na maturidade.

Isso porque os jovens estão cursando ou concluindo a universidade, então irão utilizar tudo o que acabaram de aprender para tomar decisões mais acertadas. Já no caso da terceira idade, a grande experiência profissional e de vida faz toda a diferença na realização dos projetos. Além disso, o fato de já terem se aposentado e terem uma certa estabilidade financeira torna o processo mais simples.

O empreendedorismo na terceira idade tem se tornado cada vez mais comum porque muitas pessoas não conseguem se adaptar à vida pacata após a aposentadoria. No início, o fato de não ter mais hora para acordar e poder ter uma rotina livre parece incrível, mas, com o tempo, a falta de uma atividade profissional começa a incomodar e é aí que muitos resolvem abrir o seu próprio negócio.

Maturidade: Momento Para Cuidar de Si

A juventude é a fase em que a vida profissional começa e precisamos batalhar para conquistar o nosso espaço. Com o tempo, muitos conseguem chegar onde queriam, outros não, mas a vida vai se encaminhando, muitos casam, vem os filhos e, com isso, surgem novas preocupações. Na maturidade a vida se estabelece, os filhos estão independentes e, então, é hora de cuidar de si e realizar sonhos que ficaram para trás, seja por falta de tempo, oportunidade ou porque não eram uma prioridade.

Se você acredita que tem perfil empreendedor, mas acha que está velho demais para abrir um negócio, aconselho que reveja os seus conceitos, pois essa pode ser a grande chance da sua vida de trabalhar em algo pelo qual tenha verdadeira paixão. Depois de tantos anos se preocupando em cumprir as ordens do chefe, educar os filhos e cuidar da família, aproveite este momento para cuidar de si e da realização dos seus sonhos.

O Empreendedorismo na Terceira Idade no Brasil

Uma pesquisa realizada pelo IBQP (Instituto Brasileiro de Qualidade e Produtividade) constatou que de 2007 até hoje o número de empreendedores iniciantes entre 55 a 64 anos duplicou. Em 2007, o percentual de pessoas que começaram uma empresa dentro dessa faixa etária era de, apenas, 4,9%. Atualmente, este número saltou para incríveis 15%, colocando o Brasil na frente de países como Alemanha, Estados Unidos, México, Rússia, entre outros.

Quando se trata de empreendedores já estabelecidos, a porcentagem daqueles que possuem entre 55 e 64 anos é de 23,9%. Esses números mostram o quanto as pessoas já maduras são importantes dentro do universo corporativo. Inclusive, muitos empreendedores mais jovens buscam por sócios mais experientes porque sabem o quanto eles podem agregar ao negócio.

Dicas Para Empreender na Terceira Idade

Se depois de ler todas essas informações decidiu que realmente quer empreender na terceira idade, confira algumas dicas que podem te ajudar nesse processo.

Cuide do Seu Patrimônio

Antes de tomar qualquer decisão, tome cuidado para não comprometer o patrimônio que levou boa parte da vida para conquistar. Por isso, tenha cautela ao decidir fazer algum planejamento, se informe e busque aconselhamento com empresários que já tenham experiência.

Pense na Sua Qualidade de Vida

A sua qualidade de vida deve ser uma prioridade na terceira idade, então lembre-se de considerá-la ao decidir o tipo de negócio que pretende abrir. Trabalhar é bom, mas pense que deve dedicar um tempo para o seu bem-estar e saúde.

Faça Algo Que Goste

É importante que invista em um negócio que vá te dar prazer e realização pessoal. Optar por um ramo com o qual não tem a menor afinidade apenas porque é mais rentável pode não ser uma boa. Pense naquilo que irá, sim, ser rentável, mas que te deixará feliz ao se levantar todos os dias para trabalhar.

Para ler a matéria acesse: http://marcusmarques.com.br/empreendedorismo/possivel-ser-empreendedor-na-terceira-idade/

0

blog

á ouviste falar de economia sustentável, economia colaborativa ou nova economia mas não fazes a mínima ideia do que é? Estes conceitos são relativamente novos e, para os novos empreendedores, podem significar uma grande oportunidade de sucesso.

A questão financeira é provavelmente a questão mais desafiante para qualquer empreendedor (digital ou não). Esta é até a questão que mais trava muitos aspirantes a empreendedores, impedindo-os frequentemente de darem o salto.

É aqui que surge a economia sustentável ou colaborativa.

O QUE É A ECONOMIA SUSTENTÁVEL?

Esta nova economia tem por base a colaboração, afastando-se da velha economia de competição. É por isso que é também chamada de economia colaborativa.

Na velha economia na qual eu e tu crescemos, baseamo-nos no tangível, no palpável, para avaliar os nossos resultados e o nosso sucesso. Ao vender um determinado número de um produto, ficamos sem esse mesmo número. É portanto a economia da escassez visto que “as coisas” se consomem com o uso.

Esta nova economia vem acrescentar um novo foco. Vem focar-se também no intangível como é o caso do conhecimento, da criatividade, da experiência ou da cultura. E o que temos vindo a perceber é que, ao contrário do tangível que se esgota com o consumo, o intangível multiplica-se com o uso.

É o que se passa quando escrevo este artigo: ao partilhar informação e conhecimento, eu não só não fico sem eles como eles são multiplicados por cada pessoa que os usará de forma única. Saímos assim de uma economia de escassez para uma economia de abundância.

O EMPREENDEDORISMO NESTA ECONOMIA

Aos olhos da nova economia, para que um projeto empreendedor seja sustentável (e aqui, a sustentabilidade não é apenas financeira), ele precisa focar-se nos dois eixos: o tangível e o intangível.

O tangível diz respeito a duas principais dimensões: a ambiental e a financeira.

DIMENSÃO AMBIENTAL

A dimensão ambiental tem a ver com a infraestrutura de que preciso para trabalhar (espaço físico, material necessário, etc) e a nova economia dá-lhe o nome de economia partilhada. Porquê? Porque vamos partilhar espaços (como é o caso dos espaços de coworking), materiais, uma conexão à internet e por aí fora!

DIMENSÃO FINANCEIRA

A dimensão financeira ganha também uma outra denominação: economia multimoeda. Qualquer serviço prestado ou produto vendido tem um valor que ultrapassa o mero valor financeiro. Tem valor social, emocional, cultural… e todo esse valor é tido em conta.

O eixo do intangível diz respeito a duas outras dimensões: a social e a cultural.

DIMENSÃO SOCIAL

A dimensão social é chamada de economia colaborativa. Nesta dimensão, todas as partes (pessoas, empreendedores, empresas, projetos…) colaboram entre si através da contribuição com o que cada um tem de melhor para oferecer. O resultado é que todos os que colaboram, ganham ou seja, “todos fazem, todos ganham”.

DIMENSÃO CULTURAL

A dimensão cultural é chamada de economia criativa porque assenta no princípio da inovação, do criar algo que ainda não existe.

Para  ler a matéria completa acesse: https://www.nomadismodigital.pt/economia-sustentavel-economia-colaborativa/

0

blog
Com a mudança na forma de consumo, a economia colaborativa ganha espaço no dia a dia das pessoas com a ideia de comprar menos, reutilizar sempre e compartilhar mais. Essa nova tendência é tema do Congresso FNQ de Excelência em Gestão, nesta quarta-feira (22), em São Paulo.

Sustentada pelos pilares pessoas, tecnologia e sustentabilidade, a economia colaborativa conecta os indivíduos com interesses e necessidades em comum, contribuindo para a redução do desperdício e a maior eficiência no uso de recursos naturais. De acordo com levantamento do Instituto de Pesquisa e Opinião Pública Market Analysis de 2015, 20% dos brasileiros já estão familiarizados com esse tipo de consumo, e a expectativa de receita do setor para este ano é de US$ 15 bilhões, devendo chegar a US$ 335 bilhões até 2025.

São exemplos dessa nova era OLX, PegCar, BlaBlaCar e Pet Anjo, empresas que participam do painel “Empresas de Negócios Compartilhados”, mediado por Dora Kaufman, doutora em redes digitais pela ECA-USP (Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo). Para trazer as perspectivas econômicas do Brasil, a jornalista Miriam Leitão fará uma análise sobre o cenário atual e suas perspectivas para o futuro.

Na sequência, Alexandre Caldini será o condutor da sessão de perguntas e respostas. Para finalizar o evento, Cláudia Vassalo será a moderadora do painel “Empresas tradicionais e o novo modelo de negócio”, que contará com as empresas Google, Natura e Kantar Ibope Media, que comentarão as ações, estratégias e perspectivas para essa nova realidade global. Realizado anualmente pela FNQ (Fundação Nacional da Qualidade), parceira do Prêmio Empreendedor Social, o Congresso promove debate, compartilhamento e aprendizado de temas relevantes e tendências inovadoras sobre a gestão. Veja a matéria completa em: , Deskovery.
0

Cases de Sucesso
Para a Bliive o tempo sempre foi uma coisa muito importante. Acordamos todo dia pensando em como usar o tempo para mostrar o valor humano e como fazer dele uma nova forma de viver experiências. Enquanto pensamos tanto sobre o tempo e nos desafiamos a fazer dele uma revolução, ele passa. Passa rápido.

Sem fazer barulho passou um ano desde que chegamos em São Paulo, com todos os sonhos e desafios de quem quer construir algo novo, que empodera e ressignifica. Para construir algo assim precisávamos de um time de pessoas apaixonadas, algum investimento e também precisávamos de um lugar para estar.

Há um ano decidimos estar na Co_labore. Na verdade a decisão veio antes, enquanto a Bliive ainda estava no Reino Unido sendo acelerada e nossa CEO conheceu um mentor que se dispôs a trocar o tempo dele pela oportunidade de fazer da Bliive algo maior. O fundador da Co_labore,Antonin Bartos, investiu seu tempo entrando no Skype para falar com uma ‘desconhecida’ e ouvir todos os nossos planos e dúvidas (no melhor jeito Bliive de ser).

Como mentor ele nos ajudou a entender como seria São Paulo e o que teríamos que construir e conquistar durante a nossa volta pra casa. Alguns meses depois de nos dar todo o conhecimento e bons conselhos, ele resolveu nos ajudar a ter uma casa também. Em agosto de 2015 o Antonin nos convidou para estar em um espaço de co-working feito para pessoas que acreditam em um mundo melhor e querem fazer o melhor para ele acontecer logo.

Foi na Co_labore que a Bliive construiu grande parte do time lindo que temos hoje. O Sergio e o Breno vieram antes, mas a Sylvia, o Lucas, o João e o DJ chegaram enquanto estávamos aqui. Na Co_labore fechamos nosso primeiro grande contrato, garantindo mais sustentabilidade e investimento na comunidade. Aqui conhecemos novos mentores como Sergio.tadela e o Riq Limae também fizemos nosso primeiro encontro de usuários da Bliive em SP (na foto). Na Co_labore começamos a construir nossa plataforma, erramos a mão e recomeçamos de novo (e agora vai sair um App e Web ainda mais sensacional que antes haha).

Enfim, não dá para escrever um ano todo, senão teríamos que dar um crédito de tempo pra cada um que conseguisse ler sobre todos os nossos aprendizados, happy hours, trabalhos até tarde e também sobre como cada canto desse lugar vai lembrar algo que nos faz ser quem nós somos. Vai lembrar porque a partir de hoje o tempo na Co_labore começa a ser uma das nossas melhores lembranças. Por um motivo muito legal (fomos escolhidos para fazer parte no programa de residentes da Campus São Paulo, um espaço do Google) hoje é o nosso último dia aqui.

Co_labore, obrigada por acreditar na Bliive e nos dar o suporte pra chegar mais longe. O tempo passa rápido, mas seu valor é algo que fica pra sempre.
0

PREVIOUS POSTSPage 1 of 83NO NEW POSTS